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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Duas Versões para a Criação do Mundo


A Suméria, Zecharia Sitchin, Annunakis/Nephilins e os deuses da antiguidade.

Deus tem nomes diferentes e realiza ações em ordem inversa em textos do Gênesis. Datação e contexto cultural explicam incongruências; política também impactou texto.






A maioria esmagadora dos leitores da Bíblia não percebe, mas os dois primeiros capítulos do livro sagrado de católicos, protestantes e judeus retratam não uma criação do mundo, mas duas. O ser humano surge de três maneiras e momentos diferentes, uma logo depois da outra, e até o deus responsável pela criação não tem o mesmo nome nos dois relatos.

Essa natureza contraditória e fascinante do Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, está sendo revelada por uma série de estudos históricos e lingüísticos do texto sagrado. A arqueologia, por sua vez, mostra a relação dessas histórias com as de outros povos do Oriente Médio - às vezes tão parecidas com o Gênesis (o Gênesis que na realidade é uma cópia condensada desses mesmos escritos) que ajudam a recriar a 'pré-história' das Escrituras.


'A hipótese básica é que os textos bíblicos foram reunidos de várias fontes diferentes, de períodos diferentes, ao longo de nove séculos', explica Suzana Chwarts, professora de estudos da Bíblia hebraica na USP. 'Essa é a chamada hipótese documentária, discutida aos gritos em qualquer congresso internacional desde o século 19 até hoje', brinca Chwarts, referindo-se às polêmicas que rondam a idéia. Controvérsias à parte, a hipótese documentária costuma ver dois textos-base principais para as narrativas da criação, conhecidos pelas letrinhas P(primeiro relato) e J (o segundo). As diferenças entre as duas são numerosas, como se pode conferir abaixo.


De P a J - O relato de P é o único a detalhar a criação de todos os corpos celestes e seres vivos em seis dias. Nele, o homem e a mulher são criados ao mesmo tempo, e a divindade usa apenas palavras para fazer isso. Já o relato de J inverte a ordem de alguns elementos e, na verdade, enfoca apenas a criação dos seres humanos(trata-se da famosa história do homem feito de barro e da mulher modelada a partir de sua costela).


De quebra, os personagens que comandam a ação parecem não ser os mesmos. O primeiro recebe o nome hebraico Elohim (originalmente uma forma do plural da palavra El, deus, Elohim como 'deuses', mas usada para designar uma única divindade ou uma hierarquia de divindades), normalmente traduzido simplesmente como 'Deus'. O segundo é apresentado como Yahweh Elohim (dependendo da versão da Bíblia, chamado de 'Senhor Deus' ou 'Javé Deus' em português). Os indícios nesse e em outros textos bíblicos sugerem que os dois nomesrefletem a influência de antigos deuses pagãos sobre a concepção de Deus dos antigos israelitas, autores e editores da obra.


As idéias sobre a origem dos relatos são variadas. Recolhendo pistas no texto hebraico completo da Bíblia, há quem aposte que J é o material mais antigo da dupla, tendo sido composto por volta do ano 700 a.C. Por outro lado, fala-se numa data mais recente para P, talvez a fase que se seguiu ao exílio dos habitantes do reino de Judá (a parte sul do antigo Israel) na Babilônia -- ou seja, pouco antes do ano 500 a.C.


Chwarts, no entanto, diz que a principal diferença entre a dupla talvez não seja a data, mas a visão de mundo. Pteria sido escrito pela casta sacerdotal israelita, a julgar pelo seu ritmo altamente ritualizado e organizado. 'Ele é arquitetonicamente estruturado e ordenado, hierárquico. É totalmente antimitológico: tudo é criado pela palavra (o poder do Verbo), inclusive os astros celestes, que são divindades em todas as outras culturas do Oriente Médio antigo, se transformam em meras criações de Deus', afirma ela.


Já o segundo relato, o J 'não traz uma reflexão filosófica, mas reflete a visão popular de um camponês na terra de Israel. Esse é um deus mais paternal: quando cria o homem, o verbo usado é yatsar, ou seja, modelar a partir de uma substância', explica.


Polêmica - O curioso é que elementos que lembram tanto a primeira quanto a segunda história da criação aparecem em textos desencavados por arqueólogos no Oriente Médio. 'A imagem de deuses fazendo uma série de pequenos humanos com argila, como se fossem oleiros, também é muito comum', lembra Christine Hayes, professora de estudos judaicos da Universidade de Yale (EUA).


O mais famoso desses textos mitológicos é o ''ENUMA ELISH", achado no atual Iraque e escrito em acadiano, uma língua aparentada ao hebraico. Tal como o primeiro capítulo do Gênesis, o 'Enuma Elish' também descreve um mundo primordial coberto pelas águas, que é organizado por um deus -- no caso, Marduk, que estabelece o firmamento celeste, a terra firme e os astros.



ENUMA ELISH














Marduk
Como explicar as semelhanças?



- Para Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-RJ), cuja tese versará justamente sobre a primeira narrativa da criação, não é preciso pensar numa influência direta do 'Enuma Elish' (que pode ter sido escrito por volta de 2.000 a.C.[na realidade é muito, mas muito mais antigo]) sobre a Bíblia. 'Esses relatos dependem mais da plataforma cultural comum do mundo semita [grupo que incluía tanto israelitas quanto a raça dos falantes do acadiano]' - ou seja, teriam apenas uma origem remota comum.




Já Christine Hayes vê as semelhanças, na verdade, como uma crítica polêmica dos israelitas aos seus vizinhos pagãos. Ao adorar um deus único e soberano sobre a natureza, eles teriam usado elementos parecidos para contar uma história totalmente diferente. O deus Marduk, por exemplo, precisou lutar contra uma feroz deusa aquática, chamada Tiamat - uma espécie de representante das águas primordiais -, para criar o mundo. Já o Deus da primeira narrativa da criação simplesmente manda as águas se mexerem - e elas se mexem sem resistência, argumenta Hayes. 'O ouvinte antigo imediatamente ia ficar de orelhas em pé. Ia ficar pensando: cadê a batalha? Cadê o sangue? Achei que conhecia essa história', diz a pesquisadora.



Terroso:


- A análise moderna do texto hebraico revela outras surpresas em relação à Adão, o suposto ancestral isolado de todos os seres humanos. 'Para começar,Adão não é um nome próprio', diz Hayes. A primeira narrativa diz que Deus criou o 'adam' - com artigo definido, como se fosse uma categoria de seres, e não um indivíduo. 'Já se traduziu 'adam' como o terroso [ou seja, o feito de terra]', conta Osvaldo Ribeiro. De quebra, nesse relato diz-se explicitamente que o 'adam, homem e mulher juntos, são criados ao mesmo tempo e ambos seriam 'imagem e semelhança' de Deus. 'É que, no mundo antigo, não se concebe um deus sozinho. Todo deus tem sua fêmea - não dá para imaginar um deus celibatário' (todo o panteão de deuses da antiga ÍNDIA TEM A SUA CONSORTE FEMININA), explica Rafael Rodrigues da Silva, professor do Departamento de Teologia e Ciências da Religião da PUC-SP. 



Política pós-exílio


Silva diz que a relação entre 'adam e 'adamah, ou 'terra' em hebraico, tem a ver com a idéia de terra enquanto lavoura, terreno para plantar. Nesse caso, as narrativas do Gênesis estariam de olho na necessidade de voltar a cultivar a terra da Palestina depois que o povo de Judá voltou do exílio na Babilônia. Ribeiro, da PUC-RJ, aposta justamente nesse interpretação social e política para explicar a primeira narrativa da criação. 'Essas narrativas tinham uma função específica no antigo mundo semítico, e essa função aparentemente não tinha a ver com a nossa visão delas como relatos da origem de tudo o que existe', afirma. O 'Enuma Elish', por exemplo, era recitado na construção de templos e cidades - como uma parte ritual da ação criadora que estava sendo executada.


Ora, ao voltar do exílio, os ancestrais dos judeus, capitaneados pelos sacerdotes, viram-se diante da tarefa de reconstruir o Templo de Jerusalém - e o relato da criação seria justamente uma versão ritual desse processo. Ribeiro afirma que há um paralelo claro entre a situação de caos e de desolação antes da ação divina e a terra de Israel devastada pela guerra em 586 a.C.
'Por exemplo, quando uma cidade é destruída na Bíblia, há a invasão das águas', que nesse caso representam as hordas de soldados e povo invasor, diz. Isso explicaria também porque, estranhamente para nós, Deus não cria as coisas do nada, mas reorganiza elementos que já estão presentes - como alguém que traz de novo a lei e a ordem para uma região.


Contradições preservadas


- Diante da história complicada e tortuosa do texto, a pergunta é inevitável: por que os editores antigos resolveram preservar as contradições, em vez de apagá-las?
'Porque ambas eram respeitadas em seus círculos, ambas eram fontes com autoridade, e os redatores bíblicos utilizaram o sistema de edição 'cortar/colar', e nunca 'apagar'. Para o pensamento semita antigo, não há contradição alguma em dois relatos diferentes estarem no mesmo livro. Aliás, a idéia é que a palavra de Deus é múltipla e se expressa de múltiplas formas, assim como sua verdade', arremata Suzana Chwarts.


Tábulas e Barras Mesopotâmicas:


O que representou a Suméria: histórico resumido:


1.686 - Persépolis - Engelbert Kampfer batiza os sinais em forma de cunha contidos nos manuscritos e selos aquemênidas (dinastia de Ciro, o Grande) de "escrita cuneiforme", após a sua visita a Persépolis. Antes disto, estes sinais haviam sido considerados como "decoração" ou elementos decorativos. Posteriormente, reconheceu-se que esta escrita era a mesma encontrada nos artefatos antigos e barras descobertas na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates.


1.843 - Paul Emile Botta inicia a primeira escavação de grande porte no local hoje chamada de Khorsabad - Mesopotâmia do Norte. Botta identifica o nome do local - Dur Sharu Kin - onde reinava Sargão I. 





Sargão I. 


Lá encontrou uma construção em degraus - a escada dos deuses para o céu - que vinha a ser uma pirâmide de degraus denominada zigurate. 

A cidade onde se encontrava este zigurate era de alto nível: palácios, templos, casas, estábulos, armazéns, paredes, cancelas, colunas, decorações, estátuas, obras de arte, torres, rampas, terraços, jardins - foram encontrados no espaço de cinco anos. Idade do achado: 3000 anos. A França 

marcara um tento importante na arqueologia!


Sir Arthur Layard, foi mandado pela Inglaterra ao Oriente Médio. A Inglaterra estava ciumenta das grandes descobertas francesas. Layard descobre a antiga Nínive, a capital da Assíria, que foi governada por Senaqueribe, Asaradão e Assurbanipal. Em seguida, o arqueólogo descobre "uma cidade de pirâmides" - Nimrud - o centro militar assírio. Lá foi encontrado o obelisco de Shalmaneser II, hoje, no Museu de Londres. Layard estava trilhando, maravilhado, os caminhos bíblicos, ele e os eruditos que o acompanhavam, já intitulados "assiriologistas" (não se sabe o porque).


Em 1.903/1.914, surge Assur. Os trabalhos, desta vez, confiados a W. Andrews. Na mesma época R. Koldwei desenterrava a Babilônia - a Babel Bíblica - zigurates, jardins suspensos, palácios, templos, viram outra vez a luz do dia. Artefatos e inscrições escreviam a História dos dois impérios rivais da Mesopotâmia - Babilônia e Assíria, um no sul e outro no norte. A língua falada nestes impérios, e elo cultural, histórico e religioso era a acádia, a primeira língua semítica conhecida.
Entretanto, algo preocupava Sir Henry Rawlison na sua conferência feita na Real Sociedade Asiática, ano de 1853: os nomes dos reis, anteriores a Sargão de Akkad, pareciam pertencer a um outro tipo de linguagem. - "Eles parecem pertencer a um grupo não conhecido de línguas e de povos" - Layard havia retirado da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive 25 mil barras, muitas delas se referiam a textos ainda mais antigos.


A Barra Decisiva: 


A 23ª Barra dizia: EM "língua de shumer não modificada".
Um outro texto, este escrito pelo proprietário da Biblioteca: Assurbanipal - esclarecia:
"O deus dos escribas fez-me dádiva do conhecimento da sua arte. Eu fui iniciado no segredo da escrita. Eu posso ler as intrincadas barras em shumerio; Eu entendo as palavras enigmáticas nas gravações de pedra dos dias anteriores ao dilúvio." 


Ano de 1.869 - Julles Oppert sugere à "Sociedade Francesa de Numismática e Arqueologia", o reconhecimento da existência de uma língua e de um povo pré-acádico. O povo se chamaria sumério e o seu território - Suméria - salientando que os reis se proclamavam - Reis da Suméria e Akkad. A mesma Terra de Shin'ar, o nome bíblico para Shumer. Sir Henry Rawlison havia decifrado a misteriosa escrita cuneiforme. 

Em 1.877, arqueólogos franceses mergulham nas escavações que se mostram tão ricas de tesouros arqueológicos que eles prosseguem trabalhando até o ano de 1.933. Não conseguiram esgotar o sítio.


É encontrada uma estátua preciosa entre todas estas riquezas: a de GUDEA.



Suméria o Berço (do homem e) de Todas as Grandes Civilizações ocidentais:


As realizações: Invenção da imprensa milênios antes de Gutemberg, pelo uso de tipos móveis para imprimir as sequências de signos escolhidos, na argila úmida. O selo cilíndrico trabalhava como as prensas rotativas. A mensagem era gravada ao contrário neste selo. Depois de rolado na argila úmida, nele surgia a "impressão" positiva. O selo podia, também, ser usado em nova impressão que autenticava a predecessora (os sumérios registravam todo o seu cotidiano e as suas crenças religiosas, com precisão de detalhes).


Matemáticas - Usavam o sistema sexagesimal e o conceito matemático de "posição". Conheciam o círculo de 360º, o pé, as polegadas e a dúzia. A astronomia era muito desenvolvida, já haviam estabelecido um calendário e descoberto a precessão do equinócio.


O zodíaco é uma outra das suas criações.


Os sumérios usavam nas suas construções um tipo de concreto armado, misturando a argila úmida dos seus tijolos para lhes fornecerem força tensil e durabilidade. Construíam os seus arranha-céus, usando vãos em arco. A Suméria promoveu a Idade dos Metais com a invenção de fornalhas com grandes temperaturas controláveis. Seus artífices trabalhavam as suas jóias, o ouro, o cobre e compostos de prata há 6000 anos.


Foram grandes metalúrgicos. Ligando o cobre com metais inferiores, produziam o bronze. Floresceu a Idade do Bronze. Com o comércio, surgiram os bancos e o primeiro dinheiro - shekel - de prata.
 
Rica em combustíveis (A Suméria é hoje o Iraque), usavam o betume os asfaltos. R. J. Forbes escreveu um livro sobre o assunto: "Bitumen and Petroleum in Antiquity".



No ano de 3500 a.C. os sumérios praticavam a esmaltagem e produziam tintas.




O uso dos petrolíferos foi amplo, também, nas construções, nas estradas e na calafetagem. Os arqueólogos encontraram todas estas evidências em Ur, a cidade de Abraão. A palavra NAFTA, para petróleo, deriva do sumério NAPARU - Pedras que cintilam -. Com a sua química avançada, os sumérios produziram pedras semi- preciosas artificiais e um substituto para o lápis-lázuli, a pedra preferida da deusa Inanna.


A Medicina avançada, na Suméria, pode ser avaliada a partir de uma seção da Biblioteca de Assurbanipal. Esqueletos encontrados nos túmulos demonstraram as delicadas cirurgias cranianas. Há descrições de operação de "catarata" e o CADUCEU da Medicina tem a sua origem nesta terra extraordinária: era um dos símbolos de EA/ENKI o deus INCIADOR/SERPENTE DA SABEDORIA.


A Suméria produzia tecidos delicados e a sua MODA provocava a admiração e o desejo de todos, que preferiam a condenação à morte por roubo para possuírem um bom casaco de Shi'nar. (Livro de Josué 7:21).


Havia um grande desenvolvimento agrícola e uma cozinha caprichada: a primeira receita do que hoje é conhecido como "Cock au vin" francês, com o desenho de um galo, foi encontrada nas escavações de um dos sítios arqueológicos.
A Suméria produziu bebidas e a cerveja era protegida pelas "deusas da cerveja": Nin.Kashi (senhora cerveja).


Este povo conhecia a roda, carros, carruagens e possuíam barcos para o comércio.


Acima: A Mesopotâmia e as cidades criadas pelos "deuses" de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE... Local da criação do homem por Enlil de Nibiru.



Artes e literatura:

"Um cantor cuja voz não é doce é realmente um "pobre" cantor. (Dito popular sumério). Os cantores estavam em greve por salários maiores.


A sua literatura contém poemas épicos, como o do semi-deus herói Gilgamesh, a Epópéia da Criação e várias páginas de grande fôlego, beleza e emoção . A Suméria cultivou as artes com esmero, produziu instrumentos musicais e as bases da música, tal como a conhecemos hoje em dia no Ocidente. Adrian Wagner, tetraneto de Wolfgang Wagner, o grande compositor, criou a sua obra "Holy Blood Holy Grail" com a base da música suméria.


Em 1.956 o prof. Samuel Kramer, um dos maiores dentre os sumeriologistas ou assiriologistas, escreveu o legado literário e histórico da Suméria em seu livro - Das Barras da Suméria - (From the Tablets of Summer) encontradas sob os montes da Suméria. São 25 capítulos, cada um deles aborda uma conquista sumeriana: escolas, o primeiro congresso com duas assembléias, o primeiro historiador Entemena, rei de Lagash, a primeira farmacopéia, o primeiro almanaque do agricultor, a primeira cosmogonia e cosmologia, o primeiro Jó, provérbios e ditos, os primeiros debates literários, o primeiro Noé, o primeiro catálogo de biblioteca a Primeira "Idade Heróica do Homem"


Antes de Hamurabi – 1.900 a.C. - Com a descoberta da Suméria, descobriu-se que o Primeiro Sistema de Leis, conceitos e ordem social e justiça administrativa pertenciam à Suméria e não à Assíria e Babilônia, descobertas antes das escavações arqueológicas na região onde floresceu a Suméria. Há, também, o código de Lipit-Ishtar, promulgado por um governante de Isin, composto por 38 leis - legíveis na Barra parcialmente conservada e na sua cópia gravada em uma estela de pedra.


Os códigos (como o Código de Hamurabi também ostenta), nos deixaram a mesma explicação enigmática: - o código agia segundo as instruções dos "grandes deuses" que ordenaram que se "trouxesse o bem estar aos sumérios e aos acádios". Há mais um recuo no tempo – 2.350 a.C. - Urnammu, governante de Ur, assina leis decretadas por NANNAR, um "deus", leis que puniam ladrões de gado, cabras e ovelhas!


"Com uma atordoante brusquidão... aparece neste pequeno e barrento jardim sumério... toda a síndrome cultural que constitui desde então a unidade embrionária de todas as grandes civilizações do mundo."
Joseph Campbell - The Mask of God - (As Máscaras de Deus).


"Tudo o que parece belo, nós o criamos pela graça dos deuses".
Esta inscrição está espalhada, aos milhares, nas antigas inscrições mesopotâmicas desenterradas pelos arqueólogos.


INFERÊNCIAS:


O "Gênesis e o Antigo Testamento Bíblico" são comuns a todas as religiões judaico- cristãs. É o que se encontra impresso na "A BÍBLIA" - das edições Paulinas: - recomendação - assinada por D. Luciano Mendes de Almeida, Presidente da CNBB - Arcebispo de Mariana. E pelo Bispo Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - Glauco S. de Lima (Lima em assinatura pouco compreensível).


Na "Introdução" ao GÊNESIS encontra-se:
As Fontes: Ao contarem as origens do mundo e da humanidade, os autores bíblicos não hesitaram em haurir, direta ou indiretamente, das tradições do Antigo Oriente Próximo. As descobertas arqueológicas de aproximadamente um século para cá, mostram que existem muitos pontos comuns entre as primeiras páginas do GÊNESIS e determinados textos líricos, sapienciais ou litúrgicos da Suméria, da Babilônia, de Tebas ou Ugarit.
Este fato nada tem de estranho quando se sabe que a terra em que Israel se instalou era aberta às influências estrangeiras e que o povo de Deus manteve relações com seus vizinhos. Mas os progressos da arqueologia revelam igualmente que os escritores bíblicos, responsáveis pelos primeiros capítulos do GÊNESIS, não foram imitadores servis. Souberam trabalhar as suas fontes, repensá-las em função das tradições específicas do seu povo, enfatizando a originalidade da fé ja vista.






A Mesopotâmia (hoje o IRAQUE) nos tempos do rei Hamurabi, século XVIII a.C.






TÁBULAS MESOPOTÂMICAS


(escrita cuneiforme)


As Crônicas da Terra - Zecharia Sitchin - erudito (resumo parcial)


"A resistência às idéias novas aumenta na proporção direta do quadrado da sua importância". Lei de Russel


1ª Parte:

A Criação do Sistema Solar - A EPOPÉIA DA CRIAÇÃO ENUMA ELISH


Enuma Elish la nabu shamamu
Quando nas alturas o céu não fora nomeado
Sha´litu ammatum shuma la zahrat
E embaixo solo firme (terra) não fora chamada.


"Com uns poucos rasgos de estilete de junco sobre a primeira barra de argila - em nove curtas linhas - o antigo poeta-cronista consegue fazer-nos sentar no centro da fila da frente e ousada e dramaticamente levanta a cortina para o mais majestoso espetáculo do tempo: A CRIAÇÃO DO NOSSO SISTEMA SOLAR". (Zecharia Stichin - erudito).


Nada, exceto o primordial APSU, seu criador,
Mummu e Tiamat - ela que os deu à luz a todos;
As suas águas foram reunidas
Nenhum junco se formara, nenhum pântano aparecera
Foi então que os deuses se formaram no meio.
Os "deuses" neste caso: planetas. Havia a distinção: a Realeza no Céu e a Realeza na Terra.
Tiamat: um planeta que existiu entre Marte e Júpiter e que foi destruído nas "batalhas Celestes" nº 1 e nº 2.


As suas águas foram confundidas...
Deuses foram gerados entre elas:
O deus Lahmu e o deus Lahamu foram dados à luz;
Pelo nome foram chamados.
LAHMU= Marte e Lahamu = Vênus. LHM (fazer guerra): o deus da guerra e a deusa do amor e da guerra.


Antes que eles avançassem nos anos
E em estatura até ao tamanho idealizado-
Formaram-se o deus ANSHAR e o deus KISHAR,
Que os ultrapassaram (em tamanho)
Nascimento de Saturno (ANSHAR) e de Júpiter (KISHAR).
Antes que eles avançassem nos anos
E em estatura até ao tamanho idealizado-
Formaram-se o deus ANSHAR e o deus KISHAR,
Que os ultrapassaram (em tamanho)
Nascimento de Saturno (ANSHAR) e de Júpiter (KISHAR).


A medida que os dias se alongavam e os anos se multiplicavam,
O Deus ANU tornou-se filho deles - um rival de seus antecessores,
Engendrou à sua imagem e semelhança NUDIMMUD.
Surgiu ANU (Urano) que engendrou NUDIMMUD (Netuno) à sua imagem e semelhança.


A CIÊNCIA moderna confirmou este fato: "imagem e semelhança" entre os dois planetas, usando das mesmas palavras deste texto. (Sonda Voyager 2 enviada pela Nasa) ano de 1989. A Nasa afirmava que eram planetas Gasosos, os sumérios (e Z. Sitchin) que eram aquosos. A Sonda Voyager confirmou as declarações dos sumérios.


Mummu (Mercúrio) e Gaga (Plutão) nesta época eram os "emissários" de APSU (Sol) e de ANSHAR (Saturno) respectivamente. Receberam o "destino" (Órbitas) na "Batalha Celeste" quando foram "desligados" das suas funções de "emissários".


ANSHAR abriu sua boca,
A GAGA, seu Conselheiro, ele dirigiu uma palavra...
"Fica no teu caminho, GAGA,
Manifesta tua posição entre os deuses,
E aquilo que eu te disser
Tu o repetirás a eles."
Este fato resolve um problema da astronomia moderna, implicada com a pequenez de Mercúrio e Plutão, mais parecendo satélites do que planetas.


Nibirú/Marduk: Batalha Celeste nº 1
Na Câmara da Fortuna, o local dos Destinos
Foi engendrado um deus, o mais capaz e sensato dos deuses;
No âmago do Abismo foi MARDUK criado.
Na Câmara da Fortuna, o local dos Destinos
Foi engendrado um deus, o mais capaz e sensato dos deuses;
No âmago do Abismo foi MARDUK criado.


A Babilônia "puxa sardinha para a sua brasa". Na versão da EPÓPEIA DA CRIAÇÃO suméria para o ENUMA ELISH babilônio, os babilônios honram o seu deus nacional: MARDUK. A Suméria nomeava o "planeta invasor" - Nibirú - Travessia - sujo símbolo é uma cruz, aliás, onipresente nas ilustrações das Barras e estelas.


Fascinante era sua figura, cintilante o erguer dos seus olhos,
Altivo seu porte, autoritário como de velhos tempos...
Entre os deuses ele era intensamente exaltado, excedendo através...
Ele era o mais supremo dos deuses, incomparável sua altura;
Seus membros eram enormes, ele era extremamente alto.


1ª Colisão
O Senhor avançou, seguiu seu caminho;
Na direção da irada Tiamat ele virou sua face...
O Senhor aproximou-se para esquadrinhar a face interior de Tiamat
Para se aperceber do esquema de Kingu seu esposo.


Tiamat havia concedido a "Barra dos Destinos" (órbita independente) a Kingu e Marduk tomou esta Barra o reduzindo, novamente à condição de "satélite": a "carreira", como planeta, lhe foi negada por MARDUK na 1ª Colisão.


Ela exaltou Kingu,
No meio deles ela o fez grande...
O alto comando da batalha
Ela depositou nas mãos dele.


Tiamat e Marduk, os mais sensatos de todos os deuses,
Avançavam de encontro um ao outro;
Apressaram-se para o combate individual,
Aproximaram-se para a batalha.


Descrição da Batalha Celeste nº 1
O Senhor espalhou sua rede para envolvê-las; ( energias titânicas)
O vento Vil, o da retaguarda, ele desatrelou à frente dela
Quando Ela, Tiamat, abriu a boca para o devorar -
Ele dirigiu o Vento Vil para ela, para que não pudesse fechar os lábios.
Os ferozes ventos de tempestade atacaram então sua barriga;
Através dela ele disparou uma seta, ele rasgou sua barriga;
Cortou suas entranhas, rasgou até seu ventre.


Tendo-a assim submetido, ele extinguiu seu hálito de vida!


Que cataclismo, que catástrofe horrível não deve ter sido esta!
"VENTOS" são "satélites". Nesta frase: foram os "satélites" de Nibirú (sumério) Marduk (babilônio) que enfrentaram Tiamat. Segundo Sitchin, um fato astronômico de importância fundamental.


Nascimento dos Cometas (os satélites de Tiamat)


Depois de ele Ter trucidado Tiamat, a líder,
Seu grupo foi despedaçado, sua honra partida.
Os deuses, seus ajudantes que marchavam a seu lado
Tremendo de medo,
Voltaram suas costas para salvar e preservar suas vidas.
Voltaram suas costas: reverteram suas órbitas, mas continuaram presos "no laço, na rede" no Sistema Solar:


Atirados para a rede, eles viram-se presos no laço...
O grupo completo de demônios que marchava ao lado dela.
Ele lançou-lhe grilhões, ligou suas mãos...
Estreitamente rodeados, eles não podiam escapar.


Batalha Celeste Final - Marduk colide com Tiamat


Aqui se inicia o Gênesis Bíblico copiado 1.000 anos depois dos Originais Mesopotâmico


Mesopotâmia
O Senhor fez uma pausa para apreciar seu corpo sem vida.
Então, engenhosamente, planejou dividir o monstro.
Depois, ele separou-o em duas partes, como um mexilhão.
O Senhor calcou a parte traseira de Tiamat;
Com sua arma, cortou a fundo o crânio ligado;
E fez com que o Vento Norte a levasse
Até locais desconhecidos.
Este foi o momento da CRIAÇÃO DO PLANETA TERRA.


Gênesis Bíblico - Jó (26:7,13)


"Pelo teu poder tu fizestes as águas dispersar; o chefe dos monstros aquosos tu partiste".
A abóbada partida ele estendeu no lugar de Tehom,
A Terra suspendeu no vazio...
Seus poderes prenderam as águas,
Sua energia fendeu O ALTIVO
Seu Vento mediu o Bracelete Partido;
Sua mão extinguiu o tortuoso dragão.
Jó.Tehom, Tehom-Raba, dragão, monstro aquoso: TIAMAT é assim denominada na Bíblia.


Mesopotâmia
O Bracelete: o Cinturão de Asteróides
A (outra) metade dela ele colocou como anteparo para os céus:
Fechando-os juntos, como vigilantes ele os estacionou...
Inclinou a cauda de Tiamat para formar com o Grande Grupo um bracelete.

Aos 14/02/2000 terminou a "Missão Near" (sonda Near) da Nasa, chefiada pelo Dr. Cheng, quem parabenizou Zecharia Sitchin pela justeza da sua Hipótese, calcada nas Tábulas Mesopotâmicas. A Nasa confirmou, com relatório, esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

O Jornal Infinito publicou a notícia completa, na sua edição de Maio de 2000, em um "furo de reportagem". Imprensa e mídia brasileiras em silêncio completo! Em Junho ou Julho de 2001, uma renomada revista, no RODAPÉ, publicou uma notícia sucinta e com data ADULTERADA para o ano de 2001! O "site" de Zecharia Sitchin PROVA a data correta: 14/02/2000 - St. Valentines Day.


Mesopotâmia
Colocando em posição a cabeça de Tiamat (Terra)
Ele ergueu aí as montanhas.
Ele abriu nascentes, afastou as torrentes.
Através dos olhos dela ele libertou o Tigre e o Eufrates.
De seios ele formou as supremas montanhas,
Furou nascentes para a água ser levada em regos
Para os mesopotâmicos "ELE", MARDUK - o SENHOR.


O Gênesis Bíblico:


E o Senhor disse:
"Que se reúnam as águas sob os céus, juntas num só lugar, e que surja a terra seca". E assim fez.


E a nossa LUA, seria KINGÙ? Marduk, em outro texto mesopotâmico, "fez aparecer a divina Lua"... designou que ela marcasse a noite e definisse os dias em cada mês. Sitchin nomeia a Lua como sendo - a Testemunha do GÊNESIS e afirma que o nosso satélite cujas proporções intrigam os astrônomos, no passado foi Kingu: um candidato a planeta. Sua pretensão foi castrada nas Batalhas Celestes:


"Ele tirou-lhe a Barra do Destino, que não era legalmente sua".


O Planeta Nibirú/Marduk
Planeta Marduk:
Em seu aparecimento: Mercúrio
Elevando-se 30º no ano celestial: Júpiter
Quando parado no local da Batalha Celeste: é Nibirú.



"Já há algum tempo, os astrônomos que sempre se intrigaram com as perturbações na órbita de Netuno e Saturno, passaram a cogitar sobre a possibilidade da existência de outro planeta em nosso sistema solar, muito mais afastado do Sol do que todos os outros. Eles o chamam de planeta X, o que significa tanto "desconhecido" como "décimo". - Zecharia Sitchin.


Vários astrônomos têm procurado por Nibirú, devido às perturbações da órbita de Plutão. Plutão foi descoberto por perturbar as órbitas de Netuno e Urano, há cento e poucos anos, porém, os astrônomos estão buscando por um planeta que se comporte dentro das normas do nosso sistema solar e Nibirú, o planeta X, não se comporta assim. Nibirú órbita como um cometa. Joseph L. Brady (Lab. Lawrence Livermoore) calculou a órbita do planeta X a uma distância de 64 UA (unidades astronômicas, com período orbital de 1800 anos.


"O fato de Nibirú estar voltando para seu perigeu poderia explicar o fato de a órbita calculada por Brady, ser exatamente a metade da órbita de 3600 anos terrestres que os sumérios registraram para Nibirú?"- pergunta Zecharia Sitchin.




"O astrônomo Brady tirou conclusões que concordam, plenamente com os dados sumérios: órbita retrógrada (direção dos ponteiros do relógio) e não está na eclíptica ou faixa orbital de todos os outros planetas, exceto Plutão, mas inclinada em relação a ela".


Robert Harrington (falecido recentemente), um dos descobridores de Caronte e quem dirigia o Observatório Naval Americano, forneceu os seus dados a Zecharia Sitchin, semelhantes aos dados sumérios e gravou o vídeo "Are we Alone"? onde, de viva voz e na presença de Sitchin confirmou as suas coordenadas sobre o Planeta X.


Thomas C. Van Flandern, estudando dados fornecidos pelas sondas Pioneer 10 e 11 e pelas Voyagers, com mais quatro colegas seus do Observatório Naval Americano, dirigiu-se à Sociedade Astronômica Americana mostrando as evidências de que um corpo celeste com, pelo menos, o dobro do tamanho da Terra órbita o sol a uma distância de, no mínimo, 2, 4 bilhões de Km além de Plutão.
O IRAS (Infrared Satellite) foi, também, ao encalço de Nibirú/Planeta X: "Os astrônomos têm tanta certeza da existência do décimo planeta que pensam que nada mais resta senão dar-lhe um nome". O texto citava o nome de Ray T. Reynolds. A geóloga Madeleine Briskin Ph.D. já sugeriu o nome do Planeta X: NIBIRÚ Z.S., "em honra de Zecharia Sitchin".


Descoberto o Planeta X? Há meses atrás a Internet ligada à astronomia entrou em polvorosa: descoberto um planeta estranho escondido na fímbria do Sistema Solar. Sitchin oferece toda a descoberta (nomes e datas) no seu site http://www.sitchin.com/- The Case of the Lurking Planet -. No nosso site: Descoberto o Planeta X?


Efeitos da "entrada" do planeta segundo as Tábulas Mesopotâmicas e os relatos bíblicos:


Mudança climática drástica. Inundações violentas, e secas em outros locais (devastação no meio ambiente). Vulcões ativos, adormecidos (Vesúvio) e extintos entram em atividade. Movimento desusado das Placas Tectônicas (N. York e outros). Degelo na Antártida (blocos do tamanho da cidade de São Paulo) e nos picos de montanhas sempre congelados (Kilimandjaro, Andes e o Himalaia).
O degelo provoca Tsunamis, no passado, os sumérios chamaram a esta devastação: o dilúvio. Prisão do fuso axial da Terra sobre o seu próprio eixo (escuridão). Inquietação no seio da humanidade: guerras, terrorismo... Será que estamos vendo este filme? 



Os sumérios acenam com a esperança: sempre se sucedeu uma "Idade de Ouro". Quem viver, verá!


O Disco alado, representação de NIBIRU





2ª parte:

COLONIZAÇÃO DA TERRA E CRIAÇÃO DO ADAMU (o homem)


Antes de tudo uma explicação: Os sumérios designavam o planeta Terra: Ki - Mul - Ki - significava: "corpo celeste partido". A pronúncia da palavra KI foi sendo adulterada e originou GI, depois, GE, de onde os gregos tiraram o prefixo de todas as ciências que envolvem o estudo da terra. Os sábios gregos nunca se cansaram de afirmar que o seu CONHECIMENTO tinha como FONTES, uma SABEDORIA muito remota. (GE - ografia, GE - ologia, etc).


Os habitantes do Planeta Invasor, Nibirú, mais tardeMarduk, enfrentaram um sério problema no seu planeta e necessitavam do ouro (e outros elementos), não por ganância, mas como solução para o seu problema atmosférico. O Planeta KI, outrora "criado" pelo seu próprio planeta oferecia o que desejavam tanto e em profusão. Resolveram, então, "descer dos céus", rumo à KI.


Incrivelmente, existe uma prova desta aterrissagem: uma "ROTA DE VIAGEM" descoberta nas ruínas da Real Biblioteca de Nínive. Segundo o erudito Zecharia Sitchin quem a decifrou e que SINTOMATICAMENTE ocupa o cargo de CONSULTOR da Nasa, o que lhe dá o gabarito de poder opinar com conhecimento: - "Os alienígenas de Nibirú usavam a mesma aproximação para aterrissar na Terra vindo do espaço exterior utilizada pela Nasa nas suas missões à Lua. É o que dizem os textos Mesopotâmicos".


Segundo os estudiosos, este é "o mais desconcertante documento mesopotâmico" a "Rota de Viagem" dos Annunakis diante de nós, faremos uma pergunta: quem a usou?


Nós os conhecemos, de longa data, sob os nomes de Elohim, Annakim, Anjos, Annunakis, Gigantes, Nefilins, Vigilantes, etc. através da Bíblia - do Gênesis e do Antigo Testamento: "Os que dos céus vieram" (Annunakis). Iremos chamá-los Nefilim ou Elohim, por familiaridade, Os Nefilim aqui aterrissaram no nosso Segundo Período Glacial – a partir de 430.000 a.C.- nas regiões do Rios Tigre e Eufrates, na Mesopotâmia.


A Mesopotâmia mostrou ser a região ideal para a consecução das suas metas. À primeira colônia deram o nome de E.RI.DU (casa na lonjura construída). Mais tarde, já bem aclimatados, fundaram o ED.IN. (casa dos justos íntegros),o EDEN, o título que lhes foi agraciado, "divinos", origina-se da palavra DIN. GIR (os justos dos foguetes).


Para dirigir a ocupação e os trabalhos que iriam ser desenvolvidos o governante de Nibirú, ANU, enviou um dos seus filhos, ENKI, um cientista brilhante, um megacientista e engenheiro. Enki construtor de E.RI.Du foi o seu primeiro habitante. Não tendo dado certo a extração do ouro, iniciada no mar, no Golfo Pérsico, e com a chegada de Enlil, outro dos filhos de ANU, herdeiro do trono de Nibirú e meio-irmão de Enki, na função de "Supremo Comandante da Terra", Enki se dirigiu para a África, para o "ABZU Estava irritado com a situação. O ouro começou a ser retirado das minas africanas. A arqueologia moderna já identificou estas minas" na Suazilândia e outros locais da África, datas: 35.000, 46.000 e 60.000 anos. (Idade da Pedra).

A Revolta:

Durante mais de 150 mil anos (da Terra), o povo Anunnaki trabalhou no fundo das minas africanas até que resolveu realizar um motim. Os Anunnaki recusaram-se aos trabalhos. Enlil e a assembléia dos "divinos" estavam no ponto de desistir do "Projeto Ki", voltando para Nibirú, quando ANU resolveu consultar o seu filho Enki. Este o dissuadiu da volta ao seu planeta origem, lançando a luz da esperança: criarem o Awilum (o labutador) os Lulu Amelu (trabalhadores) uma raça escrava para enfrentar os trabalhos das minas, através da Manipulação Genética, onde Enki acessorou à sua meio-irmã Ninti/Ninhurrsag, médica oficial da missão e geneticista. Foi criado o ADAMU (terráqueo), após tentativas de insucesso, onde os dois irmãos produziram "Quimeras" - aberrações, seres monstruosos (há registros).




Houve uma segunda mutação genética, visando à procriação. Seres híbridos não podiam procriar (episódio bíblico relacionado à retirada da costela de Adão) e as deusas, "barrigas de aluguel", já estavam ficando depauperadas e o processo se mostrava muito trabalhoso e lento.

Os Anunnaki/Nefilim não criaram a raça humana do NADA, eles criaram o "Elo Perdido" -O HOMO SAPIENS, manipulando o Homo Erectus geneticamente, o produto da evolução terrestre.
Quando o Gênesis bíblico se refere a - "o Adão" - refere-se, genericamente ao homem terráqueo.

Quem foi Zecharia Sitchin (1920-2010)?

Zecharia Sitchin é um erudito, especialista na História e na arqueologia do Oriente Médio e do Velho Testamento. Traduz o cuneiforme e outras linguagens antigas e ocupa o cargo de Consultor da Nasa. Sua obra "As Crônicas da Terra" é composta por 8 volumes onde expõe, com minúcias, os detalhes científicos e históricos, as bases das suas teses. Tem o aval de grandes cientistas, teólogos, como o Monsenhor Corrado Balducci do Santo Ofício do Vaticano - filósofos e especialistas de diversas áreas, a nível mundial, onde é sempre convidado a expor as suas hipóteses.

As ciências (e principalmente a Nasa, que contratou Sitchin como seu Consultor !!), vêm comprovando os testemunhos da Mesopotâmia como corretos. Nenhum destes testemunhos, de ordem científica ou histórica, foi contestado até agora. A teologia, de há muito, aceita o Gênesis e o antigo Testamento como provenientes dos textos da Mesopotâmia: afinal de contas, Abraão também era sumério nascido em Ur, e a Bíblia foi compilada 1000 anos depois dos seus originais mesopotâmicos (a ascendência de Abraão e Sara, o primeiro casal que dá origem ao povo Hebreu, é mais distante e antiga. O grupo familiar desse casal era migrante da civilização do Vale do Rio Hindus, da atual Índia e para atestar a veracidade desse fato basta lembrar que BRAHMA (Abraão) e SARASVATI (Sara)é a origem dos dois nomes do casal original hebreu.)


AS TÁBUAS MESOPOTÂMICAS

A Colonização:

Nas profundas alturas,
Onde tu tens residido,
"A Casa Real das Alturas" eu construí
Agora, uma contraparte dela
Eu construirei lá embaixo.

Quando das alturas
Para assembléia vocês descerem
Haverá um lugar de repouso para a noite
Para vos receber a todos.
Eu lhes chamarei "Babilônia"
O portão dos Deuses.
Marduk - deus da Babilônia

A Partilha:

A primeira destas cidades, ERIDU
Ele deu a Nudimmud, o chefe (Enki)
A segunda, BAD-TIBIRA,
Ele deu a NUGIG.
A terceira, LARAK,
Ele deu a PABILSAG
A quarta, SIPPAR
Ele deu ao herói UTU
A quinta, SHURUPAK,
Ele deu a SUD.

A pessoa a qual o "Ele" se refere é um enigma: está apagado na tábula.


A distribuição das antigas cidades/estações dos deuses annunakis 
na antiga Mesopotâmia, hoje o IRAQUE.


Os períodos de revolução de Nibiru e a motivação de se criar o homem:



Durante 10 períodos eles suportaram a fadiga; 36.000 anos da terra.

Durante 20 períodos eles suportaram a fadiga; 72.000 anos da terra.
Durante 30 períodos eles suportaram a fadiga; 108.000 anos da terra.
Durante 40 períodos eles suportaram a fadiga. 144.000 anos da terra.
Total 100 períodos (anos) de Nibiru X 3600 360.000 anos terrestres


Promessa da Criação do homem:



Eu produzirei um primitivo inferior;

"Homem" será seu nome.
Eu criarei um trabalhador primitivo;
Ele será encarregado do serviço dos deuses
Para que estes possam ter seu descanso...


Mesopotâmia

Nesses dias, nesses anos,
O sensato de Eridu, Ea, (outro nome de Enki)
Criou-o como um modelo de homens.


A Espera do Nascimento:



As deusas do nascimento foram mantidas juntas.

Ninti sentou-se, contando os meses
O fatídico décimo mês se aproximava
O décimo mês chegou;
O período de abertura do ventre decorrera.
A face dela irradiava inteligência;
Ela cobriu a cabeça, fez o trabalho de parteira.
Ela cingiu a cintura, pronunciou a benção.
Ela desenhou uma forma; no molde havia vida.


Nota: o nosso primeiro "Bebê de Proveta" nasceu tardio, no 10º mês e...de cesariana!:



Ninti...conta os meses...

O destinado décimo mês elas chamam;
A senhora cuja mão abre veio.
Com ela... ela abriu o ventre.
Sua face brilhava de alegria.
Sua cabeça estava coberta.
...fez uma abertura;
O que estava no ventre veio à luz
Exultando de alegria a deusa-mãe deixou escapar um grito:
"Eu o criei!
Com minhas mãos o fiz!"


Os Tabletes de argila traduzidos por Zecharia Sitchin dão detalhes importantes sobre como Enki procurou "o gene" do deus escolhido como "doador", submetendo o "sangue" do deus à "banhos purificadores". O "sangue" do deus era misturado ao "barro" para ligar geneticamente Deus e Homem "até o fim dos dias", a carne (imagem) e o espírito (semelhança) dos deuses impressos no homem num parentesco de sangue que jamais poderia ser destruído. HOMO/Nefilinus? Como quer o psicólogo, filósofo e pesquisador Neil Freer?



No barro, Deus e Homem serão ligados, Numa unidade produzida, Para que até ao fim dos dias A carne e o espírito, Que num Deus se soltou, Esse espírito numa consangüinidade seja unido; Como seu sinal a vida proclamarei. Para que isto não seja esquecido, Que o "espírito" numa consangüinidade seja unido.



Nota: Foi esquecido!!! É preciso ler este texto por completo, Sitchin oferece os detalhes científicos (o 12º Planeta: Z. Sitchin).



As primeiras "barrigas de aluguel":



As sensatas e ensinadas,

Duplas de sete deusas do nascimento reuniram-se
Sete deram à luz machos.
Sete deram à luz fêmeas.
A Deusa do Nascimento deu à luz
O vento do hálito da vida.
Em pares eles foram contemplados,
Em pares eles foram completados na
Presença dela,
As criaturas da Deusa-mãe.


Os Lulu Amelu (trabalhadores)



Eles pediram-lhe os cabeças pretas.

Ao povo dos cabeças pretas,
Eles deram a picareta para segurar.


Nota: Já sabemos que o Éden é o Ed.in sumério, onde habitava o deus Enlil, cognominado o "Supremo Comandante da terra"...






Ninhursag (Ninti) a deusa que criou o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a "Arvore da Vida".


Mesopotâmia, Enki:

"A criatura cujo nome vocês proferiram - ELA EXISTE"! (o homo Erectus).
Basta aplicar sobre ela a imagem dos deuses.
Bíblia: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança".

Quando a humanidade foi criada,
Eles não conheciam a alimentação de pão, não conheciam o vestuário em vestes talhadas
Comiam plantas com a boca como carneiros
Bebiam água de um fosso.

Enki e a "Receita do Homem":

"Sangue eu juntarei, trarei ossos à vida".
Que primitivos sejam criados segundo seu padrão.
Do seu sangue (de um deus) eles criaram o gênero humano.
Impuseram a eles o serviço, deixaram livres os deuses...
Era um trabalho para além da compreensão.

___________________


Quando os deuses como homens

Enquanto a Deusa do Nascimento está presente,
Que a Deusa do Nascimento crie a prole
Enquanto a mãe dos deuses está presente,
Que a Deusa do Nascimento crie o Lulu;
Que ela crie um Lulu Amelu,
Que ele suporte o jugo.

___________________


Enki:
"Eu prepararei um banho purificador
Que seja sangrado um deus...
Com sua carne e sangue,
Que Ninti misture o barro".

O destino do recém-nascido tu proferirás
Ninti fixará sobre ele a imagem de deus;
E o que ele será é "homem".

______________________

Bíblia - Gênesis
Os Elohim (deuses) criaram o Adão à Sua imagem
À imagem de Elohim Ele o criou
Masculino e Feminino Ele os criou.

Nota: "O" Adão - o Terráqueo. Quando o Gênesis diz Adão (após a "queda") já é um homem específico e terá a sua descendência historiada.

____________________


Bíblia:

E Javé, Elohim, idealizou o Adão
Do barro do solo;
E Ele soprou em suas narinas o hálito
da vida!
E o Adão tornou-se uma alma viva.
Nota: O Adão = Terráqueo

"À Imagem de Elohim Ele o criou.
Masculino e Feminino Ele os criou."

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E a divindade Javé
Plantou um pomar no Éden, no leste,
E Ele tomou o Adão
E colocou-o no Jardim do Éden
Para trabalhá-lo e guardá-lo.

ADENDO:
O Templo de Dendera, Egito, no Abzu (África), é dedicado à Hathor - à Mammi. Quando os Elohim criaram a grande civilização egípcia, Mami/Ninti, passou a ser conhecida como HATHOR - a vaca, Ninti engordara e envelhecera: mas continuava a ser a Mãe, a Nutrix, a Vaca.

EA/ENKI - foi conhecido no Egito como Ptah e na Meso-América como o pai de Quetzacoatl - o Iniciador, o Deus Serpente Emplumada, a mesma "Serpente" que iniciou Adão e Eva no Ed.in (Éden) seduzindo Eva a comer do fruto da "Árvore da Sabedoria" e provando ao primeiro casal que Yahweh (Enlil) mentira quando lhes dissera que: se os dois comessem do fruto da "Árvore da Sabedoria", morreriam. Bem depressa, Yahweh (Enlil)resguardou a "Árvore da Vida", para que Adão e Eva não se tornassem - "iguais a nós" - quer dizer IMORTAIS como os "deuses".

Imortalidade relativa, ligada aos 3600 anos terrestres, a uma órbita (ano) do seu planeta: Nibiru/Marduk. A Imortalidade dos Elohim provavelmente é decorrente do"Ouro dos Deuses" - Pedra Filosofal - OuroMonoatômico, que nome tenha. Sir F. Petrie, arqueólogo, descobriu no Monte Sinai o "laboratório" dos deuses e foi obrigado a calar-se, proibido pelas RELIGIÕES ligadas à Bíblia.

Há um fato cômico: quando se iniciaram as escavações no Egito, a ordem era de que só poderia ser anunciado o que viesse de encontro e servisse como prova do SISTEMA RELIGIOSO VIGENTE, o judaico/católico. Quando certas notícias foram divulgadas e geraram dúvidas sérias, uma autoridade religiosa, eminente, declarou que:

-"Isto apareceu porque Deus colocou estes objetos nestes locais para PROVAR A FÉ do seu rebanho!" - (Essa declaração é um fato histórico [e eu acrescento muito CÔMICO]).


Bibliografia

1. O 12º Planeta - origem do Homem e do Universo.
2. A Escada para o Céu - o caminho percorrido pelos povos antigos para atingir a imortalidade dos deuses.
3. As Guerras dos Deuses e dos Homens - nos violentos primórdios da humanidade, a batalha final pelo controle e domínio do planeta Terra.
4. O Gênesis Revisitado - as provas científicas de que os extraterrestres estiveram entre nós (e ainda estão!).
5. When Time Began (Quando o Tempo Começou)- as provas documentadas de que os deuses extraterrestres mudaram o curso da evolução humana.
6. Os Reinos Perdidos - os deuses e as Américas.
7. The Cosmic Code - os códigos cósmicos dos deuses.
8. Divine Encounters - um guia para visões, anjos e outros emissários.
9. From Heaven and Earth - opiniões de especialistas, cientistas, filósofos, ufólogos e teólogos sobre a obra de Zecharia Sitchin.


O Dr. Sitchin comunicou-se com o Jornal Infinito, anunciando que a sua editora brasileira - Nova Cultura/Best Seller já está traduzindo dois dos seus volumes ainda sem tradução para o português. O Jornal Infinito recomenda a leitura de "As Crônicas da Terra", em especial, "O Gênesis Revisitado" que, segundo o seu autor é o "livro de cabeceira" da sua obra.



NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de Enlil com o JAVÉ bíblico do Velho Testamento (Talvez por ser Judeu e por não querer diminuir (nesse caso drasticamente a importância da principal divindade de sua etnia). Outros autores, porem, identificam o Yahweh/Javé/Jeová bíblico com Enlil, como Neil Freer, por exemplo. (A meu ver corretamente, pois o Yahweh/Javé/Jeová bíblico é um pequeno semi deus da antiguidade).












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